A energia verde refere-se à eletricidade gerada a partir de fontes sustentáveis e ambientalmente amigáveis. De acordo com a ANEEL, no Brasil a matriz hidrelétrica é responsável por 52,38% da produção do país.
Além disso, as energias solar e eólica estão ganhando cada vez mais espaço. Essas fontes já são responsáveis por 5,58% e 14,07% do sistema nacional, respectivamente.
Confira neste artigo, o que é energia verde, a sua importância e como ela funciona. Excelente leitura!
A energia verde, também conhecida como energia renovável, é um método sustentável de geração de eletricidade, caracterizada pelo uso de fontes que não se esgotam. Por exemplo, a energia solar.
Sua principal vantagem está relacionada à redução da emissão de gases causadores do efeito estufa (CH4, CO2, HFCs, PFCs, SF6, N2O etc) comuns na queima de combustíveis fósseis.
A energia verde funciona por meio de fontes renováveis, ou seja, matérias-primas que têm a capacidade de se regenerar, não sendo esgotadas pelo processo de produção. Por exemplo, a luz solar, a força dos ventos e a corrente das águas.
Diferentemente das usinas termelétricas que necessitam do consumo de carvão mineral, a energia verde opera de maneira mais limpa e eficiente. Assim, o método viabiliza a produção a longo prazo, sem causar danos excessivos ao planeta.
Por esse motivo, a energia verde tornou-se uma alternativa sustentável para substituir as usinas termelétricas que utilizam óleo combustível, óleo diesel e carvão mineral.
A seguir, conheça os principais tipos de energia renovável e como eles funcionam.
A energia eólica utiliza a força dos ventos para movimentar as pás das turbinas. A partir de um equipamento gerador, essa energia mecânica é convertida em eletricidade. Como resultado, os locais preferenciais para instalar a infraestrutura são as planícies e as áreas costeiras.
No Brasil, o uso dos ventos como fonte de energia também contribui para o desenvolvimento do Nordeste. Os principais estados produtores estão nessa região:
Entre as tendências de engenharia elétrica, as usinas eólicas podem ser instaladas também em alto mar, aproveitando-se a potência dos ventos. Por isso, se dividem em onshore (em terra) e offshore (em mar).
A energia solar pode ser obtida por meio de dois processos. Um deles é a instalação de placas capazes de armazenar energia pelo efeito fotovoltaico: um fenômeno físico no qual a colisão da luz com certos materiais libera elétrons, gerando energia elétrica.
Outra possibilidade são as usinas termossolares (heliotérmicas). Esse modelo funciona com o aquecimento da água pelo posicionamento de espelhos. O vapor resultante movimenta turbinas, e os geradores transformam energia mecânica em elétrica.
A energia hidrelétrica utiliza a força mecânica da água para movimentar pás de turbinas e gerar eletricidade. Isso acontece ao represar a água em um reservatório e liberá-la em alta velocidade por meio de comportas.
Essa forma de energia verde traz vantagens em relação às emissões de carbono e à poluição. No entanto, a análise dos benefícios em comparação com a necessidade de desmatamento e alagamento de áreas é um ponto de avaliação na instalação do modelo.
A biomassa é produzida a partir de dejetos animais, assim como resíduos agrícolas, de madeira e de alimentos. Sua adoção substitui ou complementa combustíveis fósseis na geração de energia, entre outras aplicações.
Em princípio, é possível queimar a substância para aquecer a água e gerar energia cinética com o movimento de turbinas. Igualmente, as usinas podem se abastecer com o biocombustível. Por fim, existe a aplicação na forma de biogás, substituindo o gás natural.
As fontes de energia verde contribuem significativamente para a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento socioeconômico das localidades. Por isso, são consideradas práticas ESG. Confira agora, os principais benefícios de adotar esse método.
Essas fontes minimizam o impacto ambiental a longo prazo. Os critérios de sustentabilidade incluem a redução dos riscos para a comunidade e para o meio ambiente. A prevenção do desmatamento, acidentes e poluição são exemplos de pontos de análise na adoção das energias verdes.
O mercado de energia elétrica ganha opções para o consumidor. Aliás, uma das tendências de engenharia elétrica é a adoção de placas solares em lançamentos imobiliários e processos industriais.
A busca por energia sustentável impulsiona a inovação e o desenvolvimento tecnológico. Com o tempo, essas soluções tornam-se mais eficientes e econômicas.
Em síntese, a energia verde é um passo crucial para o desenvolvimento sustentável. Com ela, a sociedade otimiza o uso dos recursos naturais e reduz o impacto ambiental, especialmente em relação à dependência dos combustíveis fósseis.
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A energia verde, também conhecida como energia renovável, é um método sustentável de geração de eletricidade, caracterizada pelo uso de fontes que não se esgotam. Por exemplo, a energia solar.
Os tipos de energia verde são a solar, eólica, hidrelétrica e biomassa, entre outras. No Brasil, a principal matriz é a hidroelétrica com cerca de 58,38% da produção nacional, utilizando essa fonte limpa e renovável.
A energia verde funciona por meio de fontes renováveis, ou seja, matérias-primas que têm a capacidade de se regenerar, não sendo esgotadas pelo processo de produção. Por exemplo, a luz solar, a força dos ventos e a corrente das águas.
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A energia verde refere-se à eletricidade gerada a partir de fontes sustentáveis e ambientalmente amigáveis. De acordo com a ANEEL, no Brasil a matriz hidrelétrica é responsável por 52,38% da produção do país. Além disso, as energias solar e eólica estão ganhando cada vez mais espaço. Essas fontes já são responsáveis por 5,58% e 14,07% […]